Grupo se reuniu em local de onde corpo teria sido arremessado em rio (Divulgação)
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Grupo se reuniu em local de onde corpo teria sido arremessado em rio (Divulgação)
Grupo se reuniu em local de onde corpo teria sido arremessado em rio (Divulgação)
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Familiares e amigos do jovem Wellington Diogo Nunes Izidório, cruelmente assassinado por um casal em Itapira, organizaram uma homenagem à memória da vítima cujo corpo ainda não foi localizado.

O ato aconteceu na tarde do último domingo (28), na ponte sobre o Rio do Peixe, local do qual, segundo o depoimento dos acusados, o corpo foi arremessado. O crime ocorreu na noite do último dia 12, com o casal sendo preso quatro dias depois e confessando o assassinado do jovem a marteladas. O motivo teria sido passional.

Grupo se reuniu também no Parque, último local em que Wellington foi visto (Divulgação)
Grupo se reuniu também no Parque, último local em que Wellington foi visto (Divulgação)

Até a semana passada, bombeiros e agentes da Defesa Civil ainda insistiam nas buscas pelo corpo. No ato em homenagem a Wellington, membros da família e amigos se reuniram sobre a ponte vestidos com camisetas que estampavam uma foto do jovem, apontado como sendo uma pessoa tranquila e alegre. Emocionados, eles cantaram músicas e jogaram rosas brancas e amarelas no rio.

Cartazes com frases de solidariedade e destacando a dor e a saudade pela perda foram afixados na ponte. A GCM (Guarda Civil Municipal acompanhou o ato, que depois concentrou ainda uma passeata com destino ao Parque Juca Mulato, onde foi feita uma roda de oração. O evento foi encerrado por volta das 16h00.

O CRIME

Wellington foi assassinado por casal e teve corpo atirado em rio, segundo depoimento de acusados (Reprodução)
Wellington foi assassinado por casal e teve corpo atirado em rio, segundo depoimento de acusados (Reprodução)

Wellington Diogo desapareceu na noite do dia 12 de fevereiro. Seu último paradeiro foi no Parque Juca Mulato. Lá, ele teria recebido uma mensagem ou ligação e deixou o local. O destino foi uma casa na Rua Espanha, onde residia o casal Rodrigo Fernando dos Reis e Luana Cristina Lopes, ambos de 19 anos, sendo surpreendido por uma suposta emboscada. Nos dias seguintes, a família e os amigos se mobilizaram nas buscas pelo jovem, até então desaparecido. No dia 16, a Polícia Civil chegou ao casal, que acabou confessando que tinha assassinado Wellington com golpes de martelo.

Depois, colocaram o corpo no carro da vítima e foram até a ponte do Rio do Peixe que dá acesso ao bairro rural do Rio Manso, onde o teriam arremessado nas águas. Em seguida ainda foram até Mogi Guaçu, onde trocaram o carro por outro. O crime chocou a cidade pela brutalidade, crueldade e frieza, já que teria sido premeditado e planejado pelo casal. Rodrigo teria criado um Facebook falso em nome de Luana, utilizando a ferramenta para atrair a vítima até a casa. A Justiça decretou prisão preventiva de 30 dias e o casal permanece preso.