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O desaparecimento da bebê Ísis Helena, de apenas um ano e 10 meses, completa uma semana.

Ela sumiu de sua casa, na Rua Espanha, em Itapira, na segunda-feira passada, dia 2 de março.

Segundo a família, a criança ficou em casa com o avô enquanto a mãe e a avó teriam se ausentado. Quando retornaram, ela não estava mais no imóvel e o avô diz não ter percebido nada estranho.

O caso ganhou repercussão nacional e vem gerando comoção pública. Ao longo de toda a semana, equipes de buscas se mobilizaram em torno da procura por pistas que possam levar ao paradeiro da pequena.

Órgãos como Polícia Militar, GCM (Guarda Civil Municipal), Defesa Civil, 1º GBVI (Grupamento de Bombeiros Voluntários), além de guardas municipais de várias cidades da região se empenharam nos trabalhos.

Buscas continuam em Itapira (Paulo Bellini/ItapiraNews)

Populares também se mobilizaram no fim de semana em frentes de buscas voluntárias. O caso é tratado como subtração de incapaz pela Polícia Civil. As investigações são conduzidas pela delegada Cíntia Palma Rubim, titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).

O Conselho Tutelar também acompanha o caso. Na sexta-feira (6), em entrevista ao Itapira News, o delegado titular da Delegacia de Itapira, Anderson Lima, comentou que o grande volume de informações sem consistência acaba prejudicando as investigações.

A DEAS (Delegacia Especializada Antissequestro) também atua no caso. No entanto, uma semana após o desaparecimento, ainda não há qualquer informação concreta sobre o que realmente aconteceu com a bebê, que segundo a família nasceu prematura, com microcefalia, e depende do uso de medicamentos controlados.

Enquanto as investigações avançam e as buscas continuam, a angústia de familiares e amigos também aumenta, bem como a comoção da população que acompanha atentamente os desdobramentos da ocorrência que ganhou espaço de destaque no noticiário do país.

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