Publicidade - Anuncie aqui também!
Publicidade - Anuncie aqui

A assessoria de comunicação da Prefeitura de Itapira informou que o prefeito José Natalino Paganini (PSDB) agendou para a próxima quinta-feira (26) uma reunião com representantes do Residencial Morada Nova e da CEF (Caixa Econômica Federal). A definição aconteceu durante conversa entre o prefeito e os moradores após manifestação ocorrida na manhã desta terça-feira (24) no Parque Juca Mulato, durante o desfile cívico do aniversário da cidade.

Segundo a Prefeitura, “os moradores do condomínio vêm sendo atendidos em todas as questões que levantaram, com imediata atuação das secretarias municipais de Promoção Social, de Serviços Públicos e de Obras e Planejamento, além do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgotos”. De acordo com nota divulgada pela administração, a maior parte dos problemas para os quais os condôminos cobram soluções já “não são de responsabilidade da Prefeitura”.

Daí a convocação da reunião junto a representantes também da Caixa Econômica Federal, responsável pelo financiamento dos apartamentos e pela contratação da construtora Riwenda, que construiu o empreendimento habitacional. “Existem casos que dizem respeito até mesmo à administração interna do condomínio, em especial junto à Caixa Econômica Federal e à Riwenda . Mesmo assim, vamos buscar soluções e, no que for o caso, orientação especializada”, disse Paganini.

Durante o protesto, que transcorreu de forma pacífica, um grupo de quase 20 moradores empunharam uma faixa com caricaturas dos 10 vereadores da atual legislatura, além do atual prefeito, José Natalino Paganini (PSDB), e também o ex-, Toninho Bellini – administrador municipal da época em que a construção do conjunto começou. O rosto do deputado estadual Barros Munhoz também foi retratado na faixa. Cartazes também fizeram menção à construtora Riwenda, além de protestar contra a taxa do lixo, cuja proposta de criação tramita na Câmara.

Ex-síndico do Morada Nova e um dos presentes na manifestação, Jeferson Freitas disse que a iniciativa de protestar durante o desfile cívico teve por objetivo atrair a atenção de todos para os problemas que o condomínio enfrenta. “Já procuramos resolver os problemas de todas as formas, fica um jogo de empurra-empurra, ninguém resolve nada e a gente ainda que fica de ruim na história. Foram gastos mais de R$ 25 milhões no condomínio e tem muitos problemas, desde infiltração até esgoto, e ainda sofremos preconceito e discriminação pelo local no qual moramos, cuja maioria dos moradores é de trabalhadores, de gente honesta”, desabafou.