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A Argentina é a campeã do mundo. Em uma final extremamente acirrada contra a França, o time de Lionel Messi e companhia venceu, nos pênaltis, por 4 a 2 depois do empate em 3 a 3 com a bola rolando no tempo regulamentar e na prorrogação.

O jogo neste domingo (18) aconteceu no Estádio de Lusail e marcou o fim da Copa do Mundo do Catar 2022, assegurando o tricampeonato mundial aos hermanos.

Messi fez dois gols, um no tempo normal e outro na prorrogação. Argentina abriu 2 a 0 com Messi e Di María no primeiro tempo, mas levou o empate no fim do tempo normal com dois gols de Mbappé.

No tempo extra, os dois craques novamente fizeram um gol cada e levaram a final para os pênaltis. Nos pênaltis, Mbappé e Messi converteram as primeiras penalidades. O goleiro Dibu Martínez defendeu a finalização de Coman, e Tchouameni também desperdiçou.

O placar foi de 4 a 2 para a Argentina, com Montiel na última cobrança. O goleiro Martínez também brilhou com uma defesa milagrosa no fim da prorrogação e ainda defendeu o pênalti batido por Coman.  Campeã em casa, em 1978, e no México, oito anos depois, a Argentina ergueu a taça do mundo pela primeira vez longe do continente americano.

Argentina faturou o tricampeonato mundial na Copa do Catar (Fifa/Divulgação)

Em 22 edições, esta é a terceira vez que o feito acontece. As anteriores foram em 1958 (Suécia) com o Brasil e em 2014 (Brasil) com a Alemanha. Assim como em 1986, o título argentino tem um protagonista destacado. Se lá atrás, o cara foi Diego Armando Maradona, desta vez, teria de ser Lionel Messi.

Quis o destino que o craque, de 35 anos, na última Copa da carreira, pudesse, enfim, levantar a taça mais cobiçada do planeta. O título coroa uma campanha que, na primeira rodada, parecia improvável. Apesar de favorita, a Argentina estreou derrotada pela Arábia Saudita, por 2 a 1, de virada.

O tropeço deu fim a uma sequência de 36 jogos de invencibilidade. A recuperação teve início com a vitória por 2 a 0 sobre o México. O triunfo para cima da Polônia, pelo mesmo placar, deu aos hermanos a liderança do Grupo C.

Nas oitavas e nas quartas de final, classificações sofridas ante Austrália (2 a 1) e Holanda (nos pênaltis, após empate em 2 a 2 no tempo normal). Na semifinal, a grande atuação da equipe, no 3 a 0 aplicado na Croácia.

Os franceses, então atuais campeões, sentiram o gosto amargo do vice pela segunda vez – a primeira foi em 2006. Perderam a chance de repetir o Brasil de Pelé e Garrincha, última seleção a vencer duas Copas seguidas, entre 1958 e 1962.

A juventude do elenco dos Bleus, cheio de nomes abaixo dos 30 anos (21 dos 25 convocados), entre eles o craque Kylian Mbappé, mostra, porém, que os europeus permanecerão fortes rumo ao próximo Mundial, em 2026 (Estados Unidos, Canadá e México).

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