Viaturas da GCM e PM em frente ao Hospital de Itapira, no dia da internação: caso termina em triste notícia
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Viaturas da GCM e PM em frente ao Hospital de Itapira, no dia da internação: caso termina em triste notícia
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O bebê que ingeriu uma pedra de crack em Itapira (SP) teve sua morte cerebral diagnosticada.

A informação acaba de ser confirmada pela assessoria de imprensa do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp, onde a criança, de um ano e cinco meses, estava internada desde o dia 13, quando teria engolido uma porção da droga em sua casa, na Vila Ilze.

Na noite de quinta-feira (21), um protocolo confirmou a morte encefálica, que representa a perda definitiva e irreversível das funções cerebrais. G. H. P. S. nasceu em 09 de junho de 2012 e morava em uma residência na Rua Bandeirantes.

Na manhã desta sexta-feira, o HC fez contato com o Conselho Tutelar, informando a morte cerebral do bebê e solicitando as providências cabíveis. A informação foi confirmada pelo órgão itapirense, que neste momento promove diligências junto a familiares da criança. Ainda não está definido se haverá a doação de órgãos, tampouco quando o corpo será liberado.

Na tarde do dia 13, o bebê deu entrada no Hospital Municipal de Itapira com sintomas de overdose. A criança sofreu paradas cardiorrespiratórias e convulsões, e tão logo seu quadro clínico foi estabilizado, foi transferida para a Unicamp.

A mãe do menino, V. L. R., chegou a ser detida pela Polícia Militar ainda no hospital. Levada à Delegacia, ela prestou depoimento e foi liberada. Segundo a mulher de 33 anos, a criança brincava na calcada quando teria encontrado a droga e colocado a pedra na boca. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso.

Criança foi transferida para a UTI Pediátria da Unicamp, mas não resistiu (Victor Freitas/EPTV)
Criança foi transferida para a UTI Pediátria da Unicamp, mas não resistiu (Victor Freitas/EPTV)