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Bancada situacionista votou a favor do PLC; reajuste não agrada a servidores
Bancada situacionista votou a favor do PLC; reajuste não agrada a servidores

Em sessão extraordinária ocorrida na manhã de segunda-feira (16), os vereadores da bancada da situação aprovaram o reajuste de 6,28% destinado ao funcionalismo municipal. O PLC (Projeto de Lei Complementar) de autoria do Executivo passou por duas votações, recebendo sete votos favoráveis e dois contrários. O texto agora segue para promulgação do prefeito José Natalino Paganini (PSDB).

A matéria já havia sido analisada em outra sessão extraordinária, na sexta-feira (13), quando recebeu pedido de adiamento dos vereadores oposicionistas Rafael Donizete Lopes (PROS) e César Augusto da Silva (PT). Foram favoráveis ao texto os vereadores situacionistas Marcos Paulo da Silva (PRB); Pedro Tadeu Stringuetti (PPS); Juliano Feliciano (PRB); Luiz Machado (PTC); Décio da Rocha Carvalho (PSB); Maurício Cassimiro de Lima (PSDB) e Joilson Batista Militão (PSDB).

Servidores municipais que acompanharam a votação criticaram os vereadores situacionistas, afirmando que eles não defendem os interesses da população. Diferente do que pleitearam os servidores – com parte do funcionalismo, inclusive, entrando em greve – o reajuste ficou mesmo apenas no índice inflacionário referente ao período entre maio de 2013 e maio de 2014. O texto também concede 10% de aumento no tíquete-alimentação, que sobe para R$ 275,00, e abonos assiduidade e de Natal, que vão para R$ 55,00 e R$ 110,00, respectivamente.

O projeto também estabelece que o salário-família e vencimento bruto dos trabalhadores subam no mesmo índice de 6,28%, que também é aplicado ao piso do funcionalismo, que sai de R$ 769,43 para R$ 817,75. Os valores são retroativos ao mês de maio. As sessões extraordinárias também renderam a aprovação de PLC (Projeto de Lei Complementar) de autoria da Mesa Diretora da Câmara, que concede reajuste aos servidores do Legislativo. O texto também dá 6,28% de aumento e concede, a partir desse ano, tíquete-alimentação no valor de R$ 275,00 aos funcionários. A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Itapira, Cristina Helena da Silva Gomes, que coordenou o movimento grevista, preferiu não comentar o assunto, afirmando apenas que o momento seria de “silêncio” na entidade.

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