Patrícia adotou gatinha Mimi e luta para salvar sua vida (Divulgação)
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Uma campanha de arrecadação de recursos desencadeada para ajudar uma gatinha a vencer a batalha contra um tipo bastante agressivo de câncer ganhou repercussão nas redes sociais. À frente da ação está a itapirense Patrícia Pereira Fernandes, que atualmente reside em Poços de Caldas (MG).

O animalzinho foi diagnosticado com carcinoma das células escamosas que atingiu um de seus olhos. Passou por uma cirurgia de alto risco, com recuperação delicada. Continua em tratamento pós-operatório que envolve sessões de quimioterapia.

A campanha visa angariar os recursos necessários para custear o tratamento que é bastante caro. A gatinha batizada de Mimi foi resgatada em Itapira pelo Projeto Ninski junto a mais de outros 30 felinos que viviam em condições precárias em uma residência.

Segundo Patrícia, Mimi era a mais debilitada. “Ela estava grávida, mas todos os filhotes morreram após o nascimento. Depois disso, ela entrou em depressão, não respondia aos medicamentos e ficou três meses internada. Ela iria para a eutanásia, aí vi uma publicação da Simone Lanzoni, do Projeto Ninski, e resolvi adotá-la”, conta.

Desde então, Patrícia tem travado uma verdadeira batalha para conseguir restabelecer as condições de saúde da gatinha. Chegou, inclusive, a vivenciar uma situação de infestação de pulgas na própria casa em razão do estado no qual o animalzinho chegou. Ela também começou a perceber algo errado no olho esquerdo da gata, cuja pele apresentava textura mais grossa e não nascia pelos.

Mimi passou por cirurgia de alto risco e agora precisa de quimioterapia (Divulgação)

Começava aí uma verdadeira via sacra em diversos veterinários, com vários diagnósticos imprecisos. Até que uma biópsia revelou o carcinoma das células escamosas, alertando para a necessidade de uma cirurgia de urgência para tentar conter o avanço da doença.

“Avisei a Simone e ela fez várias rifas para conseguirmos pagar a biopsia e a cirurgia. Eu também comecei a fazer rifas e passei a vender brigadeiros. Antes da cirurgia foram feitos novos exames pra ver se já não havia metástase, pois se houvesse não adiantaria fazer a operação. Os exames foram feitos em uma terça, na quarta tivemos os resultados e marcamos a cirurgia para a sexta, no dia 5 de julho. Ela ficou internada até o dia 10 e agora ela está se recuperando em casa”, conta Patrícia.

  • TRATAMENTO CARO

Uma das batalhas foi vencida, mas a luta ainda continua. O tratamento pós-operatório envolve medicamentos e sessões de quimioterapia a cada 20 dias. Cada uma delas custa R$ 500,00. Uma já foi feita e serão necessárias pelo menos mais seis ou sete, a depender da evolução do quadro de saúde da Mimi.

Até agora, entre exames, consultas, medicamentos, cirurgia e a primeira sessão, já foram gastos mais de R$ 3,2 mil. E é justamente para conseguir dar sequência no tratamento que Patrícia conta com a colaboração de pessoas solidárias à causa.

  • COMO AJUDAR?

Em Itapira, os brigadeiros produzidos por ela são vencidos na Sorveteria Sabor Vanilla 2, na Rua 24 de Outubro, 156. Outra maneira de contribuir é por meio da Vakinha Online, com doações de qualquer valor diretamente via internet.

Há também uma rifa sendo vendida no Arrazus Centro de Beleza (Rua Manoel Pereira – 654 – Centro). Cada número custa R$ 10,00 e o prêmio é um tratamento de beleza no valor de até R$ 100,00 no próprio salão.

Quem quiser depositar ou transferir, também pode. Para isso, use os seguintes dados bancários: Banco Sicob, Agência 3125 – Conta Corrente 27181189 em nome de Rodrigo Bianchi Vicente – CPF 090.126.186-65.

Mimi precisa de ajuda para vencer doença agressiva (Divulgação)