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O desaparecimento da bebê Ísis Helena, de apenas um ano e 10 meses, chegou à terceira semana nesta segunda-feira (23).

As investigações seguem sob sigilo policial e desde a semana passada estão sob o comando da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Mogi Guaçu.

O caso que ganhou repercussão nacional teve início na primeira segunda-feira de março, dia 2, e até agora segue sem solução – e sem respostas para a pergunta que todo mundo faz: “onde está Ísis?”.

No último domingo (22), a reportagem conversou com a delegada Edna Elvira Salgado Martins, que agora está à frente das investigações. Ela informou apenas que as “investigações prosseguem e em sigilo”.

Os trabalhos conduzidos pela Polícia Civil já tiveram diversas etapas, mas justamente em razão do sob sigilo policial, as informações detalhadas não são repassadas.

Enquanto isso, o clima de angústia e de comoção em torno do caso só aumenta – além de muita disseminação de informações falsas e desencontradas nas redes sociais que são capazes de atrapalhar o trabalho da polícia.

Bebê Ísis segue desaparecida em Itapira (Divulgação)
  • CADÊ ÍSIS?

A bebê sumiu de sua casa, na Rua Espanha, na manhã do dia 2 de março. Ela teria ficado sozinha com o avô de 90 anos, que segundo a família apresenta comportamento compatível com Alzheimer.

A menina, por sua vez, possui microcefalia – nasceu prematura e lutou pela vida ao longo de vários meses no hospital. Os pais da menina são separados – ela mora com a mãe, que diz ter saído para ir a um supermercado.

  • BUSCAS

Desde o dia do desaparecimento, várias operações de buscas foram realizadas na cidade e também na região.

Foram mobilizadas equipes dos Bombeiros Voluntários, policiais militares, agentes da Defesa Civil, policiais civis, Corpo de Bombeiros e guardas civis municipais de várias cidades, além de cães farejadores.

As incursões ocorreram em áreas de mata próximas à Praça da Árvore, para onde os cães apontaram inicialmente, além de outros locais informados em denúncias – algumas se revelariam totalmente improcedentes.

  • PERÍCIA

Na noite do dia 13 uma grande movimentação policial ocorreu na casa em que a bebê desapareceu, na Rua Espanha.

O trabalho da Polícia Civil consistiu na realização de perícia técnica com uso de substâncias reagentes, em uma tentativa de identificar possíveis vestígios de sangue ou fluídos humanos que pudessem contribuir com as investigações.

Novamente, por conta do sigilo policial do caso, as autoridades saíram sem falar com a imprensa.