Última morte por afogamento aconteceu em 2013 (Arquivo/ItapiraNews)
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Última morte por afogamento aconteceu em 2013 (Arquivo/ItapiraNews)
Última morte por afogamento aconteceu em 2013 (Arquivo/ItapiraNews)
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Com o forte calor dos últimos dias, a procura de banhistas por rios e lagos em que possam se refrescar tende a aumentar consideravelmente.

Com isso, cresce também o risco de afogamentos nesses locais, que geralmente guardam armadilha desconhecidas dos usuários. As consequências podem ser trágicas. “É preciso tomar muito cuidado e ficar bastante atento”, alerta o chefe da Defesa Civil, Romeu Job Souza.

De acordo com ele, o movimento nessas áreas costuma aumentar muito nesta época do ano, devido à junção de dois fatores. “Por conta do verão, com o forte calor, e as férias, esses locais ficam mais movimentados. Um grande problema é o excesso de confiança. As pessoas acham que conhecem bem o local, mas é diferente de piscina. Rios e lagos escondem armadilhas, como galhos onde o banhista pode se enroscar. E em alguns lugares há extração de areia, que forma poços bem profundos”, explica.

O último registro de morte por afogamento no município foi em dezembro de 2013, quando um garoto de apenas 15 anos perdeu a vida no Ribeirão da Penha. Ele nadava com amigos no trecho do rio que passa debaixo da Rodovia SP-147 (Itapira-Lindóia), quando teria sofrido uma convulsão, submergindo e não retornando mais à superfície.

Para Job, é preciso que os pais redobrem a atenção com seus filhos e também com familiares que os visitam e que muitas vezes resolvem se refrescar em rios e lagos sem conhecer o lugar. “Nós da Defesa Civil, sempre que nos deparamos com banhistas em rios e lagos; orientamos quanto aos riscos. É importante que todos redobrem a atenção e os cuidados nessa época. A opção deve ser sempre por clubes ou piscina pública, como temos na cidade”, finaliza o chefe da corporação.