Definidas metas do Plano de Ação de Turismo em Itapira

Plano é ferramenta necessária para sucesso das ações

Tavares detalhou itens do Plano de Ação (Divulgação)
via Megaphone Cultural

Realizada na noite da última segunda-feira (14), na Casa da Cultura João Torrecillas Filho, a 2ª Audiência Pública para elaboração do Plano Diretor de Turismo de Itapira reuniu mais de 30 pessoas, dentre participantes do Protur, de conselhos municipais, vereadores e setores relacionados ao Turismo. O trabalho foi coordenado pelo consultor Carlos Tavares, da Expectativa Desenvolvimento em Turismo.

Neste encontro, o foco do trabalho foi em avaliar, discutir e aprovar as ações, metas e parcerias propostas nos 13 eixos do Plano de Ação tomando como base o segmento turístico escolhido (Turismo Rural) e a análise e diagnóstico das 13 Dimensões do Estudo de Competividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional do Ministério do Turismo, ambos feitos pelos presentes na primeira audiência. “Cada participante avaliou o nível e urgência no planejamento de ações de cada segmento como: infraestrutura básica, políticas públicas, economia local, aspecto social, cultural, ambiental dentre outras”, complementou Wanella Bitencourt, responsável pelo setor de Turismo do município.

O Plano Diretor de Turismo é uma ferramenta indispensável e necessária para o sucesso de todas as ações da Prefeitura referente ao Turismo e dá continuidade ao trabalho iniciado pela pasta no início do ano com a organização dos setores que compõem o Protur (Artesanato, Produtor Artesanal, Proprietário Rural, Meios de Hospedagem, Agencias de Viagem, Alimentação Fora do Lar e Meios de Transportes). É também um dos requisitos para que o município possa pleitear o título de MIT (Município de Interesse Turístico), que além do Protur é uma das prioridades da Secretaria de Cultura e Turismo desde o primeiro semestre desse ano. Na próxima etapa, todos os dados apurados serão inseridos no plano. Em seguida, o mesmo será encaminhado para apreciação e aprovação na Câmara de Vereadores e passa a ter força de lei, sendo necessária sua revisão a cada três anos.