Brincadeira de mau gosto gera medo e pode ter graves consequências (Reprodução)
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Uma brincadeira de muito mau gosto que se espalhou nas escolas brasileiras vem gerando muito temor e preocupação aos pais de alunos.

Conhecida como ‘desafio da rasteira’, a tal brincadeira reúne três participantes e consiste em aplicar uma espécie de ‘pegadinha’ em um deles, desconhece a intenção dos outros dois de derrubá-lo no chão.

A ‘graça’ estaria justamente em passar uma rasteira e provocar a queda da pessoa. O problema é que o ato irresponsável possui potenciais riscos de lesões que, inclusive, podem levar à morte ou deixar graves sequelas.

Um vídeo distribuído em aplicativos de mensagens também mostra um aluno batendo fortemente com a cabeça no chão. O caso ocorreu em uma escola da Venezuela.

Outro caso que ganhou repercussão nesta semana se refere à estudante Emanuela Medeiros, de 16 anos, que teve um traumatismo craniano ao bater a cabeça no chão na Escola Municipal ‘Antônio Fagundes’, em Mossoró, no Rio Grande do Norte.

O caso aconteceu em novembro do ano passado, mas acabou ganhando maior visibilidade nesta semana, na onda da viralização do tal desafio nas redes sociais. O diretor da escola, no entanto, informou que ela participava de outro tipo de ‘desafio’, na qual era girada por outros alunos com o objetivo de cair em pé.

  • PERIGOS

Uma das recomendações dos especialistas é para que os pais não compartilhem os vídeos como forma de alertar. Isso pode ser feito de outras formas. Ocorre que os vídeos mostram como a brincadeira é feita e pode incentivar reproduções do ato.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação de Itapira disse que até agora não foi registrdo qualquer incidente relacionado a assunto nas unidades municipais. “Os professores de Educação Física sempre abordam os perigos das brincadeiras de contato”, diz o texto.

Já a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo disse que axquestões de convivência escolar já são trabalhadas dentro da rede através de programas que objetivam a melhoria do clima e convivência no ambiente escolar, de forma que que seja colaborativo, solidário e acolhedor.

“A pasta acompanha e reforça as orientações junto às diretorias regionais de ensino quanto a importância de trabalhos de conscientização através de ações pedagógicas que trabalham a resolução de conflitos, o incentivo à cultura de paz e o respeito ao próximo”, frisa texto remetido à redação.