Quatro das seis vítimas foram sepultadas em Itapira
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Os corpos das seis vítimas do trágico acidente aéreo envolvendo o helicóptero do Laboratório Cristália, que caiu durante um voo no sábado (24) em Campos do Jordão, foram sepultados na tarde desta segunda-feira (26).

Em Itapira, no Cemitério da Saudade, foram enterrados os quatro passageiros: a vice-presidente da empresa, Kátia Stevanatto, seu esposo Paulo Stevanatto, a arquiteta Letícia Telles e o empresário Ronoel Scholl.

Os corpos chegaram pela manhã ao Ginásio de Esportes ‘Benedito Alves de Lima’ (Itapirão), onde ocorreu o velório coletivo até 15h00. As primeiras duas horas de cerimônia foram privativas aos familiares, depois, às 8h00, os portões foram abertos ao público.

O primeiro cortejo a seguir para o Cemitério da Saudade foi o do empresário Ronoel Scholl. Em seguida, às 15h30, saiu o cortejo com o corpo da arquiteta Letícia Telles. Por fim, às 16h15, o cortejo com os caixões de Kátia Stevanatto e Paulo Sampaio saiu com destino ao morituris.

O velório e os sepultamentos foram marcados por grande comoção e perplexidade com o ocorrido. Centenas de amigos, familiares e conhecidos das vítimas e de suas famílias, bem como populares em geral e funcionários do Cristália, acompanharam as cerimônias. Todos os serviços em Itapira ficaram a cargo da Funerária São Luiz.

O corpo do co-piloto da aeronave, Juliano Martins Perizato, foi sepultado em Campinas, no Cemitério Jardim Flamboyant, também à tarde. Já o corpo do piloto do helicóptero, Antônio Landi Neto, foi transladado pela Funerária São Luiz para a cidade de Paranavaí, no Paraná. Os dois foram velados em Campinas.

Vítimas foram sepultadas no Cemitério da Paz
  • INVESTIGAÇÃO

O CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) da FAB (Força Aérea Brasileira) já iniciou a investigação para tentar descobrir as causas do acidente. A aeronave partiu da sede da empresa em Itapira e caiu próximo ao Pico do Itapeva, região da Serra da Mantiqueira já em Campos do Jordão (SP).

Segundo o CENIPA, a fase inicial da apuração consiste em fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter observado a sequência de eventos que anteciparam o desastre.

Ainda não há um prazo para a conclusão dos trabalhos. “A investigação realizada pelo CENIPA tem o objetivo de prevenir que novos acidentes com as mesmas características ocorram”, informou o órgão em nota oficial.