Autuação aconteceu após flagra de animais soltos nas ruas (Divulgação)
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Um flagrante de diversos cavalos soltos em vias públicas na região dos bairros Assad Alcici e Della Rocha rendeu uma multa de quase R$ 18.696,60 a um homem apontado como responsável pelos animais.

A ocorrência aconteceu na última segunda-feira (21) e a atuação foi feita pelo Departamento de Fiscalização de Posturas da Prefeitura após ação que envolveu também equipes da GCM (Guarda Civil Municipal).

Segundo a Prefeitura, fiscais encontraram nove cavalos soltos nas ruas após denúncias. “O proprietário foi localizado e recolheu os animais. Ele irá receber multa por cada animal solto”, detalhou nota da administração.

Ainda segundo a Prefeitura, o valor da multa é de 375,66 UFMI (Unidade Fiscal do Município de Itapira) por animal. Atualmente, cada unidade equivale a R$ 5,53, totalizando R$ 2.077,40 por animal e R$ 18.696,60 pelos nove cavalos flagrados nas vias públicas.

A autuação acontece na mesma semana em que cavalos foram vistos em ruas da região da Nova Itapira, da Santa Cruz e até nas ruas José Bonifácio e Francisco de Paula Moreira Barbosa, na área central da cidade.

Fotos e vídeos circularam nas redes sociais mostrando os animais soltos. A Prefeitura afirma que o trabalho de apreensão de animais de grande porte soltos em vias públicas é realizado em parceria pelo Departamento de Fiscalização de Posturas, Patrulha Ambiental e Defesa Civil.

“Para que a ação seja efetiva, é necessário que a população faça a denúncia no exato momento em que o animal esteja na via para que as equipes possam se deslocar até o local. Quando a população flagrar animais soltos em via pública devem entrar em contato imediatamente: Defesa Civil – 3863-2705, Patrulha Ambiental – 3863-1886 ou Fiscalização de Posturas – 3863-4610”, informa nota remetida ao Itapira News.

A soltura de animais em vias públicas é proibida e, além de multas, os responsáveis também podem ter de arcar com eventuais custos relativos à apreensão do animal (como frete, alimentação e estadia), podendo até mesmo perder a tutela do animal em caso de reincidência.

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