Marella está há cerca de 28 anos no Hospital Municipal (Arquivo Pessoal)
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“O Hospital Municipal representa tudo o que eu sou profissionalmente e tenho muito orgulho de ter crescido junto com essa história”.

Assim o bioquímico Francisco de Assis Azevedo Marella, o popular Fran, define sua longa trajetória à frente do Banco de Sangue do Hospital Municipal de Itapira.

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Ele começou a trabalhar no local em 15 de março de 1993 – cerca de dois anos e meio após a inauguração do hospital, em 30 de setembro de 1990 – e não parou mais.

Embora tenha conquistado outros empregos, como no Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, no Vera Cruz e na Beneficência Portuguesa, em Campinas, ele afirma que jamais deixaria de atuar na instituição itapirense. “Minha vida na hemoterapia cresceu e evoluiu juntamente com a minha função no Hospital Municipal de Itapira”, diz.

Hospital Municipal foi inaugurado em 30 de setembro de 1990 (Divulgação)

O bioquímico fala com muito carinho sobre sua história profissional nos corredores do nosocômio local. “Aprendi e ensinei muita coisa dentro da minha área e passei mais tempo dentro do hospital que fora dele. Sempre me dediquei com muito amor toda minha experiência ao hospital, é a minha segunda casa”, define.

  • HISTÓRIA

As obras do Hospital Municipal de Itapira começaram em 1985. Após cinco anos, o espaço foi inaugurado, tornando-se, inclusive, referência regional durante os anos 1990 no enfrentamento da epidemia de Aids.

Fran Marella se emociona ao lembrar de momentos muito marcantes dentro do hospital. “Fiz muitos amigos, e vi muitos deles irem embora. Também vi muitas diretorias assumirem e partirem depois. São muitas experiências”, resume.

Fran Marella fala com muito orgulho da trajetória no HMI (Paulo Bellini/Itapira News)

O bioquímico foi testemunha ocular da mudança do Pronto Socorro, da chegada da UTI (Unidade de Terapia Intensiva), da conquista do certificado de Hospital Amigo da Criança e do Banco de Leite Humano, da reforma do terceiro andar, do “furacão” provocado pela epidemia de dengue.

E agora participa do enfrentamento da pandemia da Covid-19. “É uma lição de vida ver de perto toda a transformação que foi feita para receber os enfermos do coronavírus”, destaca.

Marella lembra ainda que chegou ao Hospital Municipal com 20 anos de idade e que hoje já tem quase 50. “É uma longa e bonita história, às vezes muito difícil, mas faria tudo novamente”, finaliza.

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