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do Portal Mogi Guaçu

 Durante a paralisação, somente serviços de higiene e saúde serão mantidos na unidade mogimiriana (Reprodução/G1)
Durante a paralisação, somente serviços de higiene e saúde serão mantidos na unidade mogimiriana (Reprodução/G1)

Os funcionários da Fundação Casa de Mogi Mirim (SP) e de outras unidades espalhadas pelo Estado estão em greve. Os trabalhadores exigem aumento salarial de 53,63%, reposição de perdas, mais segurança nos locais de trabalho e isonomia do plano de cargos e salários.

De acordo com a assessoria da instituição, neste ano, foi proposto reajuste de 3,97%, aumento de vale-refeição em R$ 350 mensais, dentre outras melhorias.

Durante a paralisação, somente os serviços de higiene e alimentação serão mantidos. O transporte de internos para audiências ficará suspenso. Entretanto, o TRT (Tribunal Regional do Trabalho) estipulou que cerca de 70% do contingente de funcionários de cada centro socioeducativo deverá trabalhar em horário de plantão. Caso não seja cumprida a determinação, a autarquia irá multar em R$ 100 mil o sindicato da categoria.

Na manhã da última terça-feira (15), os funcionários decidiram manter a greve após assembleia e negação da proposta feita pelo desembargador Francisco Ferreira Jorge Neto. Na próxima quarta-feira (23), uma nova reunião será realizada para definir os rumos da greve. Nos próximos dias, o TRT analisará se a paralisação, de tempo indeterminado, é legal.

 Durante a paralisação, somente serviços de higiene e saúde serão mantidos na unidade mogimiriana (Reprodução/G1)
Durante a paralisação, somente serviços de higiene e saúde serão mantidos na unidade mogimiriana (Reprodução/G1)
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