Fundada pelas empreendedoras Beatriz Carmona Lesses e Melissa Bovo da Costa, a Lesses Bovo – Privacidade e Proteção de Dados é a primeira consultoria em Itapira especializada na implantação e adequação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e no desenvolvimento de políticas de segurança virtual e compliance para empresas.
Tanto Beatriz quanto Melissa possuem formação jurídica com o diferencial de serem especialistas na LGPD, em políticas de segurança virtual e compliance – conjunto de ações e condutas para que as empresas se mantenham sempre adequadas às regras e normas definidas por leis, órgãos regulamentadores e padrões internos ou externos.
As consultoras explicam que a Lei 13.709/18 estabelece normas rigorosas sobre a coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento dos dados pessoais, de forma que todas as empresas, independentemente do tamanho e segmento, que tratam tais dados, seja no ambiente digital ou físico (formulários, contratos, fichas, documentos de funcionários etc.) precisam se adequar.
Com uma bagagem de implantação em vários ramos de negócios, elas explicam que sua metodologia de trabalho é baseada em 6 fases:
  1. Conscientização dos colaboradores da empresa;
  2. Data Mapping (mapeamento de processos e procedimentos de trabalho da empresa);
  3. Gap Analysis (análise de conformidade de cada procedimento com base na lei);
  4. Planejamento dos planos de ação;
  5. Implementação;
  6. Monitoramento.
Ajustes em razão da LGPD são necessários a todas as empresas, independentemente do porte e ramo de atuação
Melissa ressalta que o processo de implantação leva entre nove meses e um ano e que, nesse período, a equipe de consultoria trabalha com os funcionários da empresa para o levantamento dos procedimentos e em conjunto com prestadores da área de TI (Tecnologia da Informação) e sistemas, Contabilidade e Recursos Humanos, sejam eles internos ou externos.
Beatriz enfatiza que contratos de trabalho, contratos de prestação de serviços, políticas internas e regulamentos são revisitados e readequados, frequentemente. “É na fase de Data Mapping que conseguimos dimensionar o fluxo de trabalho, informações versus quantidade de colaboradores ou sistemas que a desempenham, por isso, não raro conseguimos apontar adequações que refletem em melhorias financeiras”, explica.
Ambas advertem que não basta trocar ou reescrever contratos, regulamentos e inserir cláusulas vazias e genéricas se elas não refletem a realidade, não definem prazo para eliminação dos dados pessoais, não são especificas no que se refere ao caminho que o dado pessoal transita na empresa ou quando ele é realmente utilizado.
Elas ainda fazem um lembrete: as empresas podem, sim, usar os dados pessoais, podem usar leads e prospects, (uso dado para fazer marketing), desde que tudo isso esteja devidamente esclarecido no trabalho de implantação da LGPD.
Por fim, esclarecem que, ao final do trabalho, seus clientes recebem um manual em que consta todo o trabalho desenvolvido para que seja apresentado em eventual fiscalização, bem como o passo a passo da reação a ser tomada em caso ou vazamento de dados. Mais informações podem ser obtidas no site www.lessesbovo.com.br.
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