Evento na Igreja de Santo Antônio reúne quatro corporações para celebrar 39 anos de coral itapirense
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O Coral Cidade de Itapira promove neste sábado (3) a 27ª edição do Encontro de Corais. O espetáculo comemora 39 anos de atividades da corporação no município e será realizado na Igreja Matriz de Santo Antônio, após a missa, por volta das 19h10. O show ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

Além do grupo anfitrião, o evento contará com as presenças do Coral Vocalis, de Americana (SP); Coral Cantigas e Modernas, de Santa Cruz das Palmeiras (SP); e Coral Bel Canto, de Atibaia (SP), estes dois últimos pela primeira no evento. A entrada é liberada, mas a direção do coral solicita a doação de produtos de limpeza ou fraldas infantis XG, que serão revertidos à Casa Transitória ‘Flávio Zacchi’.

Segundo o presidente da corporação musical, José Antônio Valverde, “como nos anos anteriores, nosso evento sempre tenta ajudar alguma entidade, promovendo a amizade e solidariedade entre as pessoas”. O Coral Cidade de Itapira foi fundado em 1979. Em 1980 foi registrado na Federação Paulista de Corais e em 1998, assumiu a regência a maestrina Marcela Cristina Pereira.

Atualmente possui 64 integrantes e no evento terá as participações especiais dos músicos Luís Giovelli (piano), Luciano ‘Bola’ (percussão) e Bruno Mauch (violino). O Coral Vocalis foi formado em 1990 e canta com quatro vozes. O repertório é eclético, composto por músicas que vão do barroco ao atual popular, em vários idiomas e alguns dialetos. Já a Associação Musical Cantigas e Modernas comemorou 21 anos no dia 10. 

Conta atualmente com 25 coralistas e o repertório é eclético, do erudito, popular até o sertanejo raiz. Tem como regente Thais Teixeira Fabbri e como responsáveis, a professora Neusa Bassinello, Elisa Zampar e José Marques. Até o momento já fez 320 apresentações em vários estados brasileiros, bem como na Argentina e Paraguai.

O Coral Bel Canto foi formado pela regente Magda Cristina Jarussi, em 1993, a partir de grupo dedicado à música sacra. Desde então foi se diversificando de forma natural. Ampliou o repertório, mas manteve a proposta básica de estudo e difusão da música erudita, incluindo música sacra, coros de óperas e de forma especial, e, em menor escala, spiritual.