Adriana Rapeli fala sobre importância dos cuidados com a saúde mental (Paulo Bellini/ItapiraNews)
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Lançada em 2014, a campanha ‘Janeiro Branco’ tem como proposta alertar sobre a importância dos cuidados com a Saúde Mental, impulsionando debates e fomentando a conscientização.

O mês temático acontece nos mesmos moldes de campanhas já consagradas e mais populares, como o ‘Outubro Rosa’ – sobre o câncer de mama – e ‘Novembro Azul’ – a respeito da saúde do homem, especialmente o câncer de próstata.

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O ‘Janeiro Branco’ foi criado por um grupo de psicólogos de Uberlândia (MG) e vem conquistando espaço na mídia e incentivando ações que vão de encontro aos objetivos da campanha.

Para os idealizadores, a escola do mês de janeiro está baseada em termos simbólicos e culturais que indicam que, neste período, as pessoas estão mais propensas a pensarem em suas vidas, em suas relações sociais, em suas condições de existência e em suas emoções.

Para a psiquiatra e psicanalista Adriana Rotelli Resende Rapeli, as ações propostas pelo ‘Janeiro Branco’ devem realmente ser cada vez mais evidenciadas, já que a saúde mental também está cada vez mais em pauta em todo o mundo.

Ainda assim, o assunto segue classificado como tabu, sendo considerado por muitas pessoas um tema delicado de ser abordado.

“Diferente de muitos outros mamíferos, nós humanos nascemos despreparados, não temos um manual de instrução que nos indique o que fazer, não podemos nos espelhar totalmente nos grupos, temos respostas individuais para cada situação da vida”, diz a profissional.

“Por isso, entender nosso funcionamento é extremamente complicado, temos medo de nos conhecer”, explica. Para Adriana, os cuidados com a saúde mental devem fazer parte da rotina das pessoas assim como a preocupação com a saúde física e doenças em gerais.

De acordo com ela, são muitas as possibilidades que podem ajudar nesse processo – e separar um tempo na correria do dia a dia para focar naquilo que faz bem é indispensável.

“Além da psicologia, tem pessoas que se beneficiam com outros meios, como o estudo, música, esporte, ioga e meditação. Práticas que ajudam o indivíduo a se conhecer através da própria experiência” recomenda.

A psicanalista e psiquiatra lembra, entretanto, que a busca por ajuda profissional é fator muito importante quando as ações mais simples não são suficientes.

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