Viaturas da GCM paradas; Justiça determinou retorno à função
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Viaturas da GCM paradas; Justiça determinou retorno à função
Viaturas da GCM paradas; Justiça determinou retorno à função (Divulgação)
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A Justiça concedeu uma liminar na tarde desta sexta-feira em que determina que 70% do efetivo da GCM (Guarda Civil Municipal) retomem duas atividades.

A decisão é favorável à ação impetrada pela Secretaria Municipal de Negócios Jurídicos. Desde segunda-feira, a corporação da Secretaria Municipal de Defesa Social funciona com apenas 30% do efetivo por conta da greve deflagrada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais.

A decisão é assinada pela juíza Hélia Regina Pichotano, que cita que existe informação de que a adesão dos guardas civis municipais corresponde a 100% do efetivo.

Se a medida for descumprida será aplicada multa de R$ 10 mil por dia ao Sindicato. A presidente da entidade, Cristina Helena da Silva Gomes, informou que já foi notificada da decisão e comunicou a GCM para que a determinação seja atendida. Contudo, disse que pretende recorrer da decisão na segunda-feira.

A GCM atua hoje com aproximadamente 85 homens. Desde quarta-feira, primeiro dia da greve, diversas viaturas estão paradas na base. O setor foi o que mais aderiu à paralisação que cobra aumento real na data-base. Em assembleia ocorrida na tarde desta sexta-feira (06), ficou decidido que a greve continua na segunda. São realizadas assembleias diárias para definir os rumos tomados.

Sindicato realizou ato em frente ao Hospital Municipal
Sindicato realizou ato em frente ao Hospital Municipal

Até o momento, o prefeito José Natalino Paganini (PSDB) não reabriu as negociações, como pleiteia o Sindicato. Também nesta sexta-feira, durante à tarde, dezenas de servidores em greve, acompanhados de Cristina e outras lideranças sindicais que apoiam o movimento foram até o Hospital Municipal, onde realizaram ato na rua.

Com carro de som, eles convocaram os servidores da saúde para que aderissem à greve. A Polícia Militar enviou viaturas ao local, mas o ato não durou mais que 20 minutos. O suficiente para despertar críticas com relação ao barulho defronte ao nosocômio, bem como gerar um boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil pela secretária municipal de Saúde, Rosa Iamarino.

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