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“Aos 83 anos, este é o maior legado que quero deixar à humanidade”. E com essa frase que o empresário Ogari de Castro Pacheco, fundador do Laboratório Cristália, se refere ao novo medicamento que espera lançar até o final do ano.

Ainda sem nome comercial, a fórmula à base da molécula polilaminina — descoberta pelos cientistas da empresa em parceria com pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), tem mostrado eficácia na multiplicação de células cerebrais (os neurônios) e medulares.

O empresário considera que o medicamento é o mais revolucionário da história da indústria farmacêutica brasileira e espera receber até o fim deste ano o aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para colocá-lo no mercado.

Dessa forma, segundo Ogari Pacheco, será possível tratar em larga escala pessoas com doenças degenerativas ou com paralisias decorrentes de lesões na coluna, por exemplo. A pesquisa demandou investimento superior a R$ 100 milhões.

“Com a polilaminina, teremos a maior descoberta da ciência em décadas. Os benefícios são de tamanha ordem que, assim que a droga estiver disponível à população, terei cumprido minha missão na terra”, afirma o empresário.

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