Cão morreu de forma suspeita e caso foi parar na polícia (Reprodução)
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Cão morreu de forma suspeita e caso foi parar na polícia (Reprodução)
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A DPBEA (Divisão de Proteção e Bem Estar Animal) iniciou investigação para apurar as consequências da morte de um cãozinho no Conjunto Habitacional ‘Assad Alcici’. O caso ocorreu na noite da última quarta-feira (9) e, segundo apurado preliminarmente, o animal de três anos teria sido morto, após escapar da casa de sua tutora, possivelmente com um tiro disparado por arma de pressão.

Segundo a Divisão, o cachorro de pequeno porte escapou da residência em que vivia por volta das 19h00. Sua tutora passou a procura-lo e foi informada de que o animal de estimação havia entrado em outra casa nas proximidades.

Ao verificar, ela encontrou o cão já sem vida, nos fundos do imóvel. A GCM (Guarda Civil Municipal) foi acionada, bem como uma equipe da DPBEA. Os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia, onde foi lavrado um boletim de ocorrência para posterior instauração de inquérito, bem como remessa ao MP (Ministério Público).

Segundo o chefe da Divisão, Rogério Oliveira, a morte suspeita aponta para um provável caso de crueldade. O corpo do animal foi enviado a uma clínica veterinária, onde foi realizada a necropsia. “Ficou constatado que o cão foi morto. Houve uma lesão de entrada e saída, possivelmente provocada por um disparo de arma de chumbinho. O cachorro morreu por asfixia mecânica provocada por hemorragia e perda da pressão abdominal”, revelou.

De acordo com ele, um processo administrativo também já foi aberto pela DPBEA. De acordo com a lei municipal de combate a maus-tratos, caso as suspeita se confirmem, haverá o agravante por tortura e crueldade que levaram ao óbito do animal. A multa pode chegar a R$ 4 mil. Já a legislação federal prevê que a prática de atos de maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos estipula pena de detenção de três meses a um ano, além de multa.