Uma pesquisa feita pela Divisão de Vigilância Epidemiológica e pelo Setor de Controle de Vetores ao longo do mês de janeiro traz um alerta preocupante para o risco de aumento de casos de dengue em Itapira.

Segundo a Prefeitura, as equipes visitaram 1.185 imóveis de diversos bairros da cidade para fazer a chamada ADL (Avaliação de Densidade Larvária).

O resultado foi o encontro de muitos criadouros de mosquito com água parada, sendo alguns deles com larvas do Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue. O índice ficou em 3.0, que já indica a situação de alerta.

Os principais criadouros encontrados foram vasos de plantas, latas, plásticos, peças e sucatas. Os tipos que mais continham água foram vasos de plantas, bebedouros de animais, baldes/regadores, ralos externos, latas e plásticos.

Ao todo, 49 amostras de larvas foram recolhidas e 48 delas eram do Aedes aegypti, que também transmite Zika e Chikungunya. Vale ressaltar que o tempo chuvoso e quente são ambientes propícios para o desenvolvimento do mosquito.

A prevenção da dengue e de outras doenças provocadas pelo Aedes é feita com a eliminação de criadouros, evitando água parada. O apelo da equipe da Vigilância é para que a população fique atenta a essa situação e auxilie na busca por possíveis criadouros em suas casas.

Em 2020 houve 32 confirmações de casos de dengue em Itapira e 482 notificações. Esse ano ainda não há casos confirmados, mas há dois suspeitos que aguardam resultados de exames.

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