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A Polícia Civil de Itapira cumpriu nesta segunda-feira (23) um mandado de prisão temporária contra contra um rapaz de 26 anos que é acusado de participar do crime que tirou a vida do motoboy Murilo Henrique de Paula Bento, assassinado aos 23 anos em fevereiro passado.

O rapaz foi preso pela equipe do SIG (Serviço de Investigações Gerais) na região da Vila Penha do Rio do Peixe. Segundo o delegado Anderson Cassimiro de Lima, as investigações mostraram que ele participou diretamente ou coadjuvantemente do homicídio.

Segundo apurado, ele era amigo do motoboy. A vítima desapareceu no dia 10 de fevereiro deste ano, mas seu corpo somente foi localizado no dia 26 do mesmo mês, enrolado em uma lona plástica nas águas da represa entre Itapira e Mogi Guaçu.

Desde então o caso era investigado como homicídio. Outro homem, apontado como autor principal do crime, também já teve a prisão temporária decretata pela Justiça e segue foragido.

Corpo de Murilo estava nas águas da representa entre Itapira e Mogi Guaçu (Paulo Bellini/ItapiraNews)

De acordo com o delegado, a partir do momento em que a investigação deixou de considerar o fato como desaparecimento e passou a tratar como situação de homicídio – hipótese depois confirmada com o encontro do corpo – ficou comprovada a participação de mais uma pessoa no crime.

“Em um primeiro momento estabelecemos um investigado principal, foram levantadas provas suficientes para que a Justiça decretasse sua prisão temporária e ele é procurado pela Justiça e trabalhamos para localizá-lo o mais rápido possível. Mas conforme foram sendo levantadas as provas, ficou muito claro a participação de pelo menos mais uma pessoa”, disse o delegado.

Para a polícia, a participação no crime do rapaz preso hoje é certa, restando apenas esclarecer exatamente o que cada um deles fez no crime. “Temos um autor principal e um autor coadjuvante, mas com participação bastante expressiva no crime ocorrido”, frisou Lima.

“Em um primeiro momento, está muito clara sua participação no emcobrimento do fato, e estamos trabalhando agora para entender e houve ou não sua participação efetiva no homicídio. Mas, de uma forma ou de outra, ele vai responder pelo homicídio, ou na condição de autor ou na condição de participe”, finalizou o delegado.

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