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Foi publicado na última terça-feira (27) no Jornal Oficial de Itapira o edital para licitação das obras de adequação do local que abrigará o Centro de Hemodiálise, que será instalado no espaço onde hoje funciona o Hospital da Solidariedade, na área anexa ao CVT (Centro de Valorização do Trabalho).

As propostas devem ser encaminhadas à Secretaria Municipal de Recursos Materiais até o dia 1º de agosto, quando os envelopes com a documentação das empresas interessadas e os orçamentos serão abertos.

A obra tem orçamento de pouco mais de R$ 1,1 milhão e o prazo de conclusão é de oito meses. De acordo com o projeto elaborado pela Secretaria Municipal de Obras e Planejamento e aprovado pelos órgãos competentes, a empresa será responsável pela execução de todos os ajustes dentro dos padrões exigidos, desde melhorias na estrutura geral do prédio até as instalações adequadas dos sistemas elétrico e hidráulico.

Além das salas onde os pacientes farão a hemodiálise, o local também contará com consultórios, recepção, banheiros adaptados, vestiário, copa, estoque, sala de tratamento de água e reservatório. Ainda será necessária a adequação do espaço para o acesso de ambulâncias.

O Centro de Hemodiálise de Itapira terá uma área total de cerca de 1,5 mil metros quadrados. A unidade é projetada para contar com 14 pontos de diálise, que de acordo com o secretário municipal de Saúde, Vladen Vieira, é suficiente para suprir a demanda atual itapirense.

Hoje o município conta com cerca de 50 pacientes necessitando de hemodiálise, que se deslocam até Mogi Mirim para a realização do procedimento considerado vital nos casos renais graves.

O Centro de Hemodiálise da Santa Casa mogimiriana opera no limite da capacidade em razão do aumento da demanda na região. Por isso, a Secretaria Municipal de Saúde já planeja buscar o credenciamento do centro de Itapira, que passaria a absorver parte da demanda da região e asseguraria o custeio da operação, que inicialmente sairá dos cofres municipais.

Com as obras do Centro de Hemodiálise em vias de acontecer, a Secretaria de Saúde já começa a pensar num novo local para o chamado ‘gripário’, que hoje opera no local. Alguns locais já estão sendo avaliados, mas por enquanto a questão ainda não foi resolvida.

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