Sala de espera do Pronto Socorro de Itapira; já são nove mortes confirmadas na epidemia (Arquivo)
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Sala de espera do Pronto Socorro de Itapira; já são nove mortes confirmadas na epidemia (Arquivo)
Sala de espera do Pronto Socorro de Itapira; já são nove mortes confirmadas na epidemia (Arquivo)
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A Secretaria Municipal de Saúde de Itapira confirmou mais oito mortes em decorrência da dengue no município, além do óbito já confirmado no final de fevereiro. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (10).

A cidade vive uma grave epidemia desde dezembro, e somente neste ano os casos já chegaram a 3.125 segundo dados oficiais. As mortes ocorreram entre 16 de dezembro e 17 de fevereiro, segundo a Secretaria.

Em nota, a pasta informou a data de cada morte e a idade dos pacientes. São quatro homens e quatro mulheres. A primeira morte, no dia 16 de dezembro, vitimou uma idosa de 78 anos. A segunda morte ocorreu no dia 27 de janeiro, vitimando um homem de 69 anos.

Os demais óbitos aconteceram entre os dias 1 e 17 de fevereiro e vitimaram uma mulher de 30 anos (dia 1), dois homens com idades de 47 e 83 anos (ambos no dia 2), um homem de 43 anos (dia 4), uma mulher de 77 anos (dia 8) e outra de 88 (dia 17). Além dessas mortes confirmadas agora, uma mulher de 51 anos também morreu, no dia 1º de janeiro, após contrair a doença. Mais um caso suspeito ainda aguarda a confirmação do Instituto Adolfo Lutz.

Apesar do período em que as mortes ocorreram, até a primeira confirmação, no final de fevereiro, a Secretaria de Saúde ainda negava qualquer morte decorrente da dengue na cidade. A morte de um aposentado contaminado com a doença, em janeiro, também havia sido negada como sendo em decorrência da dengue, mas agora o óbito aparece entre as vítimas da epidemia.

“A Secretaria de Saúde lamenta as mortes e solidariza-se com as famílias pelo momento de dor que ainda vivem”, diz nota divulgada pela assessoria de imprensa da Prefeitura. “Ao mesmo tempo, solicita à população itapirense que redobre os cuidados para evitar a formação de criadouros do mosquito da dengue”, continua o texto. A pasta ainda alerta sobre a necessidade de se procurar auxílio médico quando do surgimento de sintomas da dengue e que seja evitada a auto-medicação.

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