Avenida Rio Branco sofre com falta de vagas (Itapira News)
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Duas reuniões entre comerciantes, empresários e moradores da Avenida Rio Branco e que envolveu também o prefeito José Natalino Paganini (PSDB) tiveram como tema possíveis alterações viárias para melhorar, especialmente, a questão do estacionamento ao longo da Avenida Rio Branco, na área central.

Capitaneados pela ACEI (Associação Comercial e Empresarial de Itapira) em atendimento à classe que representa, os encontros discutiram propostas como a extensão da abrangência da área delimitada como Zona Azul, de forma a implantar, também na avenida ou em parte dela, o sistema de estacionamento rotativo.

A problemática tem como cerne a dificuldade para se conseguir estacionar ao longo da via, uma das mais movimentadas da área central. O motivo maior, segundo indicado pelos participantes da reunião, é que a Rio Branco virou uma espécie de “área de fuga” de quem não deseja pagar as tarifas da Zona Azul. Muitos veículos acabam permanecendo o dia todo estacionados ao longo da via.

Encontros discutiram possibilidades de melhorias (Divulgação/ACEI)

A sugestão de implantar o estacionamento rotativo pago na avenida, contudo, não será acatada num primeiro momento, já que a maioria dos participantes optou por outros métodos que podem ajudar a melhorar a situação na região, já que essa situação prejudica o comércio da avenida, desde no que se refere ao estacionamento de clientes até as operações de carga e descarga.

“A votação dos participantes nas duas reuniões demonstrou que não é o momento de sugerir ao prefeito a implantação de Zona Azul na Avenida Rio Branco. Diferente disso, foram solicitadas demarcações de vagas como as existentes em outras vias da área central, mas sem o sistema de controle rotativo”, comenta o advogado Gabriel Correa, responsável pelo departamento jurídico da ACEI (Associação Comercial e Empresarial de Itapira).

De acordo com ele, a expectativa é que essa sinalização já ajude a melhorar a organização das vagas. “Acontece que, sem essa demarcação de cada vaga, tendo somente a linha tracejada como é atualmente, o estacionamento fica confuso. Há veículos que ocupam espaços que caberiam dois, por exemplo. Também pleiteamos a demarcação de vagas específicas para motocicletas e carga e descarga de mercadorias”, acrescenta.