Campanha foi vista nas ruas da cidade (Divulgação)
Campanha foi vista nas ruas da cidade (Divulgação)

A Secretaria Municipal de Saúde apresentou o balanço das ações desenvolvidas de 25 de novembro a 01 de dezembro através da campanha Fique Sabendo 2013.

No período, foram coletadas 233 amostras de sangue para testes rápidos anti-HIV, nas 12 Unidades de Saúde da Família/USF e no ambulatório da Vigilância Epidemiológica do município, sendo registrado um caso positivo. Além dos exames, foram feitos também pedágios nas proximidades das USF, visitas residenciais através das agentes comunitárias de saúde e conversas de orientação nas salas de espera das USF.

No dia 27 de novembro, no anfiteatro da AIPA/Guarda Mirim, foi realizado evento lembrando os 25 anos do Programa de AIDS em Itapira, quando foram abordados aspectos dos anos de luta contra a doença pelo médico Carlos Humberto Póvoa, assim como números e gráficos da AIDS no município pela médica Maria Edith Ribeiro, além do depoimento de um paciente atendido pelo Programa.

Já no dia 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, no final da tarde e início da noite, na Rua José Bonifácio, onde se reúnem e transitam centenas de jovens todos os domingos, foi feito um pedágio pela equipe da Vigilância Epidemiológica. Também foi montado um estande com banners, faixa, materiais educativos e apresentação musical ao vivo, para distribuição de folhetos e preservativos.

Equipes da Saúde se mobilizaram em campanha (Divulgação)
Equipes da Saúde se mobilizaram em campanha (Divulgação)

Atualmente, ainda há mais casos da doença entre os homens do que entre as mulheres, mas essa diferença vem diminuindo ao longo dos anos. A faixa etária em que a AIDS é mais incidente, em ambos os sexos, é a que vai dos 25 aos 49 anos de idade. Quanto à forma de transmissão entre os maiores de 13 anos de idade, prevalece a sexual. Nas mulheres, 87% dos casos registrados em 2012 decorreram de relações heterossexuais com pessoas infectadas pelo HIV. Entre os homens, 43% se deram por relações heterossexuais, 25% por relações homossexuais e 8% por bissexuais; o restante por transmissão sanguínea e vertical.

As formas de transmissão exigem a necessidade da prevenção nas relações sexuais. É necessário ainda fazer o teste rápido nas unidades de saúde no caso de relação suspeita de contágio, o que agiliza o tratamento no caso da confirmação da infecção.

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