Estudantes da Escola Estadual Godofredo Furtado, em Pinheiros, interditaram parcialmente a via em protesto contra a proposta da Secretaria da Educação de reorganização escolar (Rovena Rosa/Agência Brasil)
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Estudantes da Escola Estadual Godofredo Furtado, em Pinheiros, interditaram parcialmente a via em protesto contra a proposta da Secretaria da Educação de reorganização escolar (Rovena Rosa/Agência Brasil)
Estudantes da Escola Estadual Godofredo Furtado, em Pinheiros, interditaram parcialmente a via em protesto contra a proposta da Secretaria da Educação de reorganização escolar (Rovena Rosa/Agência Brasil)
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A Secretaria da Educação de São Paulo divulgou, no início da tarde desta terça-feira (17), a relação das escolas ocupadas por estudantes e por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto em protesto contra a reorganização escolar. Segundo a secretaria, 30 instituições do ensino estaduais permanecem ocupadas no estado de São Paulo

De acordo com o comunicado da secretaria, cinco das 37 escolas incluídas na lista divulgada hoje pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial no Estado de São Paulo (Apeoesp) já foram desocupadas. São elas: Professor Pio Telles Peixoto (Vila Jaguara), zona oeste, Roger Jules De Carvalho Mange (Itaim Paulista), zona leste da capital; além das instituições de ensino Elizeti de Oliveira Bertini (Embu das Artes), Delcio de Souza Cunha (Diadema), na Grande São Paulo; e Suely Machado da Silva (Franca), no interior do estado.

A secretaria informou que, ao contrário do que foi divulgado pela Apeoesp, em duas escolas – a Américo Brasiliense e José Augusto de Azevedo Antunes, em Santo André – não ocorreram ocupações. Apenas manifestações de estudantes. De acordo com a nota divulga há pouco pela pasta, o conteúdo pedagógico perdido pelos alunos nas escolas ocupadas será reposto pelas respectivas unidades de ensino após o encerramento do calendário oficial, estabelecido entre 18 e 23 de dezembro. “Portanto, as aulas serão estendidas para que o conteúdo seja aplicado”.

A secretaria informa, na nota, que “continua disposta a dialogar com os manifestantes, a exemplo do que vem fazendo desde o início das ocupações, apesar das constantes negativas desses grupos”. A nota informa, ainda, que “a pasta reconhece o direito à livre manifestação, mas reafirma que não pactua com MTST e Apeosp, os principais articuladores de algumas ocupações, que cerceiam o direito dos alunos de assistirem as aulas”.