Servidores se reúnem em frente à Prefeitura
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Servidores públicos municipais de Itapira se concentram em frente à Prefeitura na manhã desta quarta-feira (04).

Em greve até sexta-feira – conforme decisão na noite de terça-feira (03) – parte da categoria atendeu ao convite feito pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais para que “tomassem café” na porta do Paço.

A expectativa é que o prefeito José Natalino Paganini (PSDB) ou representantes do governo conversem com membros do movimento grevista. Um pedido neste sentido foi protocolado pelo Sindicato, mas o prefeito ainda não respondeu.

Os trabalhadores cobram aumento real, que gira em torno de 10%; diferente do reajuste de 6,28% que reflete o índice inflacionário entre 2013 e 2014, proposto pela administração.

Alguns dos trabalhadores que estão na Rua João de Moraes, no Centro, em frente ao prédio que abriga setores da administração e o gabinete do prefeito, usam nariz de palhaço e apitos. Um caminhão de som da FESSPMESP (Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de São Paulo) também está no local.

Cristina coordena movimento grevista
Cristina coordena movimento grevista

A adesão, até o momento, é parcial em algumas áreas. A maior paralisação ocorre na Educação, o que tem gerado muitas reclamações nas redes sociais. Na Defesa Social, parte da GCM (Guarda Civil Municipal) também está parada. A informação colhida pela reportagem é que apenas quatro guardas, em duas viaturas, realizam o patrulhamento neste momento. Uma delas acompanha a mobilização defronte à Prefeitura. A presidente entidade sindical, Cristina Helena da Silva Gomes, também está na manifestação.

A paralisação também atinge parcialmente servidores das áreas da Saúde e Promoção Social, conforme apurado. A greve foi aprovada por cerca de 400 servidores na noite de terça-feira, durante assembleia na Praça Bernardino de Campos. A paralisação tem duração de três dias, quando uma nova assembleia decidirá pela continuidade ou não do ato.

A expectativa é que, neste meio tempo, a administração reabra as negociações junto ao Sindicato, suspensas desde a deflagração da greve, na semana passada. Até o momento, a Prefeitura não se manifestou sobre a efetiva paralisação dos servidores.

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