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Agendada para o próximo dia 21, a última etapa da coleta de sangue em Itapira tem um objetivo bem definido: reverter o saldo negativo da edição anterior, em outubro que marcou recorde negativo na adesão dos doadores. A ação, como de costume, acontece na sede do Lions Clube de Itapira, entre 9h00 e 12h00. O local fica na Rua Tereza Lera Paoletti, 480, no Jardim Bela Vista. A coleta do dia 19 de outubro passado foi considerada a de menor adesão das últimas temporadas, com apenas 36 candidatos e 30 bolsas coletadas. Seis pessoas foram consideradas inaptas.

Para se ter uma ideia, em junho do ano passado, a ação atraiu 112 candidatos que resultaram na coleta de 82 bolsas. Cada doador, com idade entre 16 e 69 anos, poderá fornecer até 450 ml de sangue. É preciso levar documento de identidade, pesar no mínimo 50 quilos, ter boas condições de saúde, não estar em jejum e não possuir comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis. “É preciso também evitar alimentos gordurosos e bebida alcoólica no dia anterior”, informa o coordenador do Banco de Sangue do Hospital Municipal, o bioquímico Francisco de Assis Azevedo Marella, que desta vez espera maior participação da sociedade. “Acredito que vamos receber muitos doadores”, aposta.

A expectativa é que os estoques de sangue possam ser reforçados, especialmente para a época de festas e viagens que costumam concentrar aumento no número de acidentes e, consequentemente, cirurgias e atos médicos que demandam transfusões de sangue. Durante o procedimento, todos os candidatos passam pelo cadastro, triagem médica com aferição de pressão, teste de anemia e de condições físicas, entrevista sigilosa e recebem um lanche. As pessoas com idade entre 16 anos e 18 anos incompletos devem comparecer acompanhado dos pais ou responsável legal.

A coordenação é do Hemocentro da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Itapira, por meio do Banco de Sangue Humano do Hospital Municipal. Os candidatos à doação também não devem ter feito endoscopia, colonoscopia, tatuagem ou colocado piercing há menos de 12 meses. Nos casos de dengue, zika vírus, chikungunya, o intervalo mínimo é de 30 dias após a cura para fazer a coleta. O mesmo prazo se aplica para quadros gripais com febres, infecções e administração de medicamentos.

Para os que tiveram resfriados, o Hemocentro pede que a doação seja feita depois de pelo menos uma semana da ausência total dos sintomas. Para cada doação, é preciso manter um intervalo mínimo de 60 dias para homens e 90 dias para mulheres. O sangue é processado em três hemoderivados: hemácias, plasma e plaquetas, cada um indicado para uma situação. Todo material utilizado na coleta é descartável. Dúvidas e mais informações sobre a campanha podem ser obtidas pelo telefone 0800-722-8432.